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segunda-feira, 3 de março de 2014

O Elo Perdido

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       Produzida em 1974, foi a quinta série em live-action do estúdio Sid & Marty Krofft, tendo sido também a de maior sucesso, que misturou atores de carne-e-osso (alguns deles fantasiados e outros vestidos normalmente) com animação em stop-motion. A estória era muito parecida com a do desenho "O Vale dos Dinossauros", e começava quando um guarda florestal chamado Rick Marshall (interpretado pelo ator Spencer Milligan) e seus dois filhos (um rapaz de 17 anos chamado Will, interpretado pelo ator Wesley Eure, e uma garota de 13 anos chamada Holly, interpretada pela atriz Kathleen Coleman) estavam explorando uma região desconhecida do Rio Amazonas a bordo de uma pequena balsa, quando passaram através de um portal misterioso que os transportou para uma outra dimensão, habitada por dinossauros e outros seres dados pelo nosso mundo como extintos, além de estranhas raças de seres inteligentes, desconhecidas pela civilização humana.


da esquerda para a direita vemos Holly Marshall, Rick Marshall, o "altrusiano" Enik e Will Marshall

       No primeiro episódio, o trio encontrou e fez amizade com um estranho e pequeno ser, meio humano, meio símio, batizado por eles de Cha-Ka (interpretado pelo anãozinho Philip Paley), que passou a acompanhá-los em todas as suas aventuras. Cha-Ka era um Pakuni, uma inofensiva raça de seres meio humanos, meio símios. Inicialmente, os piores inimigos de Rick, Will e Holly eram os estranhos e agressivos Sleestaks, uma grotesca e hostil raça de seres meio humanos, meio lagartos, que a princípio os perseguiram por acreditarem que os seres humanos representavam uma ameaça ao seu mundo pacífico, mas acabaram se tornando seus aliados no final da série, quando seu líder, o ancião Enik os ajudou a encontrar um meio de retornarem ao seu mundo, ensinando-lhes a manipular cristais energéticos que eram capazes de abrir passagens dimensionais. Enik, que a princípio se imaginava descendente dos Sleestaks, se surpreendia no decorrer da série, ao constatar que na verdade era um ancestral da raça, e que os Sleestaks "evoluíram" de sua raça, os Altrusianos. Por fim, o ancião concluía que a razão pela qual fora levado ao Elo Perdido seria, quem sabe, passar ensinamentos para a nova geração e torná-los mais sofisticados.


acima, vemos o pequeno e inofensivo Cha-Ka, pertencente à uma estranha raça de seres meio humanos, meio símios, os Pakunis...


...aqui, vemos uma dupla de ameaçadores Sleestaks...


...e aqui, Rick Marshall escapa de um ataque das grotescas criaturas

       Além das criaturas pré-históricas, também apareciam na série vários seres da Mitologia Grega, como o Minotauro e a Medusa. Na terceira temporada, foi introduzido na série um novo personagem, Jack Marshall (irmão de Rick e tio de Will e Holly, interpretado pelo ator Ron Harper), que tinha saído a procura de seus parentes desaparecidos e acabou indo parar no mesmo mundo misterioso. O ator Spencer Milligan (Rick Marshall) estava insatisfeito com o pagamento e por isso pediu para sair da série no final da segunda temporada, e sua ausência foi justificada com sua volta para casa no primeiro episódio da terceira temporada, quando ele conseguiu atravessar um portal dimensional dentro de uma pirâmide, deixando Will e Holly para trás, mas foi sua passagem que fez com que seu irmão Jack Marshall conseguisse reencontrar seus sobrinhos. Entretanto, Rick Marshall retornou no final do penúltimo episódio da série, e no último episódio, com a ajuda do sábio Enik, deu-se a entender que Rick (que havia descoberto uma saída daquele mundo misterioso enquanto estivera ausente), Jack, Will e Holly voltariam para casa definitivamente.



nas duas fotos acima, vemos Holly na companhia de um inofensivo dinossauro bebê...


...aqui, vemos um feroz tiranossauro rex...


...e aqui, mais uma foto de Will e Enik

       Foram produzidos 43 episódios, divididos em três temporadas. No Brasil, a série estreou pela Globo na segunda metade da década de 1970, e no começo da década de 1980 foi reprisada pela TVS/SBT, que exibiu a série pela última vez em 1986.
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terça-feira, 26 de junho de 2012

Buggy Mágico / Se Meu Bug Falasse

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Barry, C.C., e Susan eram três adolescentes que encontraram um velho e sucateado buggy que eles batizaram de "Schlepcar". Quando uma buzina mágica era acionada o carro se tornava "Wonderbug"! Como Wonderbug, Schlepcar tinha o poder de voar e era capaz de ajudar os três adolescentes a capturarem vigaristas e combater o mal.

Curiosidades:
Dos três segmentos do primeiro ano do Krofft Supershow, Wonderbug foi o único segmento que voltou para o segundo ano.


Dos três atores principais, John Anthony Bailey foi o mais ativo depois que Wonderbug terminou. Sobre o nome Jack Butler, Bailey atuou em filmes adultos, e segundo o Internet Adult Film Database, Baker apareceu em mais de 140 filmes e produziu um. Bailey morreu, aos 47 anos, de câncer de bexiga.





Ficha técnica

Título original: Wonderbug
Produção: 11/09/1976~02/09/1978
Episódios: 22 episódios de 15 minutos
Produtora: ABC, Sid and Marty Krofft

Fontes:
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domingo, 24 de junho de 2012

O Garoto e o Gigante / O Menino Selvagem

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O Garoto e o Gigante ou O Menino Selvagem (Bigfoot and Wildboy) foi uma série infantil live-action produzida por Sid e Marty Krofft exibida na rede ABC. Começou em 1976 como parte do The Krofft Supershow nas manhãs de sábado. Cada episódio tinha uma duração de 15 minutos. Em 1979 ganhou sua própria série com episódios de 30 minutos. Foram produzidos 20 episódios. O Garoto e o Gigante era muito semelhante a cinco episódios de outra série da ABC, O Homem de Seis Milhões de Doláres (The Six Million Dollar Man) que apresentava pé grande (Bigfoot) como o protetor de alienígenas do espaço sideral.

Episódios de "Bigfoot and Wildboy" são difíceis de encontrar até mesmo entre colecionadores, apenas dois foram lançados nos anos 1980 pela Embassy Video: "Bigfoot and Wildboy Volume One" e "Bigfoot and Wildboy Volume Two", ambos fora de catálogo. A Columbia House lançou a coleção "The World Of Sid and Marty Krofft", que continha episódios da série. Em 2002, Rhino Video lançou uma coleção de três DVDs também chamada “The World Of Sid and Marty Krofft", com o episódio "The Return Of The Vampire". A sessão “Retro Saturday Morning" da Cox Cable exibiu os oito primeiros episódios duplos em 2003 e 2004 como parte da segunda temporada do Krofft Supershow. Rhino Video lançou algumas das outras séries de Sid and Marty Krofft tais como H.R. Pufnstuf, The Bugaloos e Sigmund and the Sea Monsters em DVD. Quando a Rhino Video foi contatada em 2006, não havia interesse pelo lançamento de "Bigfoot and Wildboy".

Ray Young que interpretou o Gigante apareceu em muitas outras séries, incluindo um episódio da Mulher Biônica chamado Barcos de Ferro e Homens Mortos (Iron Ships And Dead Men) em 30 de março de 1977, mas não como o pé grande. Young morreu aos 59 anos, de câncer de pulmão em 6 de julho de 1999.


Joseph Butcher que interpretou o Garoto Selvagem está no ramo imobiliário. Em 2004, apareceu num episódio de 55 Degrees North como Jack Timson Jr.


Monika Ramirez que interpretou “Susie” apareceu em muitas séries nos anos 1970, inclusive um episódio de The Brady Bunch chamado "The Personality Kid", ao lado de Christopher Knight, que mais tarde apareceria com ela no episódio "White Wolf" de O Garoto e o Gigante. Em 2001, apareceu como Donna Skyhawk num episódio de Any Day Now.

Yvonne Regalado que interpretou “Cindy”, hoje Yvonne Regalado Martin, é uma soprano - cantora de ópera.


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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Mulher Elétrica e Garota Dínamo (2001)

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Electra-uau! Em 2001, Sid e Marty Kroft produziram uma apresentação da “Mulher Elétrica e Garota Dínamo”, uma nova versão da série de 1976, sobre uma dupla de combatentes do crime. (Uma apresentação, diferente de um piloto, é uma série de cenas apresentadas para os executivos da TV). Diferente da série original, exibida nas manhãs de sábado, sua proposta era exibi-la às 21:30 (Electra-não!), estrelando Markie Post ("DURO NA QUEDA") e Anne Stedman ("COWBOYS DO ESPAÇO").

“Queríamos reviver a série,” recorda Marty Kroft, “entregamos o roteiro a Jeff Kline (CAÇA-FANTASMAS: EXTREMOS). Ele se associou a Elisa Bell (YOUR LIFE IS NOW). Elisa e sua irmã, desde crianças, eram fãs da ‘Mulher Elétrica e Garota Dínamo’, então entregaram seus corações ao projeto.” Embora a rede WB tenha optado por não produzir a série (Electra-bandidos!), o projeto ainda está vivo. Um filme está sendo estudado (Electra-super!), talvez com um elenco diferente (Electra-oh!). Enquanto isso, uma versão da apresentação (da qual existem várias) está sendo vendida na eBay e é provavelmente uma restrição ao mercado de vídeo pirata.

Kroft descreveu a apresentação: “ela começa explicando o que aconteceu com a Mulher Elétrica (Post). Bom, ela está morando num trailer em Vegas e tem problemas com o álcool. Judy Bennet (Stedman), que vai a UCLA trabalhando para o jornal, quer encontrá-la e convidá-la para uma reunião de super-heróis e outras personalidades. Quando ela tinha cinco anos, a Mulher Elétrica salvou-a de um acidente na roda gigante de um parque de diversões.” Bennet devolve a fé da Mulher Elétrica nos heróis e transforma-se na sua nova parceira.

A proposta da série estava bem montada. Glitter e provavelmente todos os antigos vilões poderiam voltar, com a Garota Dínamo original como a uber-vilain. A partida da Garota Dínamo original, foi a causa do alcoolismo da Mulher Elétrica, por tê-la abandonado pra se tornar uma supermodelo e tomando-lhe o marido logo em seguida. “Sua vida de supermodelo esconde uma extraordinária vida de crimes”, revelou Jeff Kline, que, junto com outros, queria Judy Strangis revivendo o papel.

"Em nossos episódios, sempre haviam crimes cômicos”, continua, “mas provavelmente, tínhamos uma pessoa mais cômica ainda por trás do crime... A Mulher Elétrica acaba se mudando para o dormitório de Judy, e isso causa mais problemas para Judy. Por exemplo, se o pai de Judy vier visitá-la e sentir-se atraído pela Mulher Elétrica, a última coisa que você quer é seu pai dormindo com a sua colega de quarto.” Electra-problema!

A apresentação era irreverente e satirizava os super-heróis. “Nós tentamos brincar com algumas das convenções dos super-heróis”, relatou. “Como o fato de não se importarem com o dinheiro e não ligarem para publicidade. Para a Mulher Elétrica, tudo envolvia dinheiro, muita publicidade e o fato de que ninguém mais lhe dava atenção.“

“Todos os outros super-heróis tinham algum tipo de propaganda”, acrescenta Elisa Bell. “O Flash fazia comerciais de FedEx – suprimentos alimentares.” “De fato, tínhamos uma cena na qual um ônibus apresentava o Super-Homem num cartaz das Copiadoras Kisko”, continuou Kline. “Parodiamos o Aquaman. Ele estava voltando para uma reunião no colégio e estava reclamando que estavam servindo linguado gigante – halibut - no almoço... Eu não acredito que a Warner permitiria que usássemos os seus personagens, caso a série fosse produzida!”

As novas fantasias da Mulher Elétrica e da Garota Dínamo (Electra-impressionante!) foram projetadas pelo veterano Greg LaVoi (NOVO ELO PERDIDO). “Queríamos deixá-las um pouco mais modernas e sexys, do que as originais (mas) mantendo a integridade das mesmas”, explicou. “Na Mulher Elétrica, fomos conduzidos pelas cores vermelho e dourado, que eu adoro. A atriz que escalaram tinha um corpo fantástico e podíamos realçar todos os seus dotes físicos. Markie Post ficou fantástica. Quanto a Garota Dínamo, pra começar, eu não gostava da fantasia original. Eu achava que ela era muito parecida com a fantasia da Mulher Elétrica. Graças aos produtores e aos roteiristas, pudemos mudar as cores, eu acredito que elas estão muito mais modernas. Também dava um ar alegre para ela. Novamente, a fantasia destacava seus belos atributos.” Um transeunte no estúdio concorda. 

“Tínhamos (filmagens ao ar livre) em Vancouver,” recorda-se Kline, “e o trafego só se interrompia para admirar essas mulheres incrivelmente maravilhosas em suas fantasias apertadas.” LaVoi estava ansioso pela série. “Ela teria sido ótima”, animando-se. “Eu criaria grandes vilões.”

Havia também as bugigangas de combate ao crime da era da Mulher Elétrica de 1976. “Encontramos um pequeno carro elétrico que reformamos para ser o novo ElectraCar”, recorda Kline, e mais tarde filmaríamos nele, “(mas) como estávamos fazendo uma apresentação, e não um piloto, terminamos não usando-o por completo (movimentando-se).”

“Tínhamos também o ElectraBeam, o treco no braço (da Mulher Elétrica),” acrescenta Bell, “mas ele era muito velho e desengonçado, e podia até pegar fogo ou eletrocutá-la.”

Kline acrescenta, “tentamos copiar o visual desleixado do raio nele mesmo. Não era uma obra-prima da Computação Gráfica, propositalmente, tentamos fazê-lo parecer ultrapassado.”

Para Markie Post, interpretar a nova Mulher Elétrica “foi mais do que um sonho. Eu realmente não conheci a série original da ‘Mulher Elétrica e Garota Dínamo’, (mas) muitas crianças que estão hoje com mais de vinte anos, deliraram de entusiasmo. Tive a chance de interpretar uma personagem que realmente tinha seus altos e baixos, essa teria sido a série. Foi muito divertido interpretá-la, porque geralmente eu não sou uma pessoa muito extrovertida (risos).” 

Da co-estrela Anne Stedman ela se entusiasma: “Ela é um sonho. Ela é tão doce, tão esforçada. Ela faria uma louca como eu (risos). Tudo era perfeito, eu adorei trabalhar com Marty (Kroft). Ele é muito divertido!”

Post acredita que o projeto poderia ter virado uma série, se o piloto tivesse sido produzido. “Eles queriam fazer um piloto, com o orçamento de uma apresentação, o que seria um erro, porque eles não estavam preparados para fazer uma produção com a qualidade que desejavam. Eu tive a idéia da apresentação. Sinceramente, pra que você contaria uma história (aos executivos de TV) que dizem ‘Essa não, não queremos uma história, precisamos é das cenas’. Eu não acredito nisso. (A equipe de produção) tentou manter a história o quanto pode e acabou tendo que cortar parte do material que tinha sido filmado. A Warner Brothers disse, ‘não vamos assistir a isso por muito tempo.’ Eu acho que eles não tinham paciência. Estava chegando muito material de personagens novos. Eles tiveram que eliminar toda a química que surgiu naturalmente entre Anne e eu. As cenas que você tem que filmar no Canadá nunca eram as mesmas. Você não tinha tempo de trabalhar nelas; você tinha que conversar pelo telefone antes de ir para lá. É difícil. (Se o projeto tivesse se transformado numa série, provavelmente seria filmada na América). Eu acho que eles deveriam filmar tudo novamente e fazê-lo direito, porque é realmente uma grande idéia! (risos)”

Ela conclui, “eu acho que a Warner Brothers ficou um pouco assustada. Não parecia com nada que já tivesse sido visto na televisão, porque pegava personagens vivos e esculhambava-os. Alguns deles eram baixos e vis (mas) eram engraçados. Eu acredito que queriam suavizá-los, como as tevês gostariam de fazer.”

Poderão a Mulher Elétrica e a Garota Dínamo, prevalecer contra a indústria do entretenimento (Electra-pernas e inutilidades) ? Fique sintonizado!

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domingo, 10 de junho de 2012

Doutor Encolhedor

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Dr. Encolhedor, um cientista malvado, vive em uma ilha deserta com seu assistente, Hugo, desenvolvendo suas invenções. Brad, B.J. e sua irmã, Gordie, são três adolescentes que após uma aterrissagem forçada de avião, ficam encalhados nessa ilha, sem saber que ela é o lar do perverso Doutor Encolhedor.


Os três jovens são aprisionados pelo cientista e usados como cobaias para sua diabólica invenção: a máquina redutora. Ao serem reduzidos a insignificante estatura de 6 polegadas (cerca de 15 cm), os jovens conseguem escapar do laboratório e constroem uma base segura numa floresta vizinha.

A série gira em torno do Doutor Encolhedor e de seus novos planos para tentar recapturar os "encolhidos", enquanto do outro lado, os jovens tentam voltar ao seu tamanho normal e fugir da ilha.

Após o fim da primeira temporada de Dr. Encolhedor, os personagens Dr. Encolhedor e Hugo fizeram parte do elenco de Lost Island, segmento do Krofft Superstar Hour. Curiosamente, Dr. Encolhedor era agora chamado Dr. Deathray (Raio da Morte).



Ficha Técnica

Título original: Dr. Shrinker
Produção: 11/09/1976~03/09/1977
Episódios: 16
Produtora: Sid and Marty Krofft

Fontes:
DrShrink
Krofft - Shrinker
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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mulher Elétrica e Garota Dínamo (1976)

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O ano de 1976 não foi nada mal para as mulheres na TV: Mulher-Maravilha, As Panteras e A Mulher Biônica estavam no ar e os produtores dos Saturday Morning (Manhãs de Sábado, literalmente), Sid & Marty Krofft apressaram-se em lançar uma série que fez parte da sua linha “Krofft Super Show”. A série era uma paródia óbvia de Batman (1966), mas as crianças gostaram dos perigos e aventuras das personagens título.


Durante o dia, Lori e Judy são duas repórteres da revista Newsmaker, e graças a seus braceletes Electra Com, podiam se transformar em super heroínas. O único propósito da Garota Dínamo era fazer trocadilhos espirituosos (ao estilo Robin) e ser capturada, assim a Mulher Elétrica poderia salvá-la. Não importa o quão extravagante a série fosse, era muito bom ver duas  super heroínas tão atraentes combatendo o crime em contraste a outras séries de Krofft como Dr. Encolhedor e Buggy Mágico.

A série foi criada pela dupla Joe Ruby e Ken Spears, contando com 16 episódios de 15 minutos cada, e transmitida originalmente pela rede americana ABC. Em comemoração aos 25 anos de Mulher Elétrica, foi considerada a possibilidade de um remake da série original, sendo produzido o piloto Mulher Elétrica e Garota Dínamo 2001.

Semelhanças com a série Batman 1966:
  1. apresentavam um herói adulto com um parceiro adolescente;
  2. tinham um assistente mais velho que os ajudavam na solução dos crimes;
  3. famosas celebridades atuavam como vilões convidados;
  4. todas as invenções usavam o prefixo do herói-título, exemplo: Batmóvel e Batciclo, contra ElectraCar;
  5. os parceiros adolescentes usavam exclamações parecidas. Robin: "Santa... !", Garota Dínamo: "Electra... !" (exemplos: Electra, uau! Electra, super!);
  6. tinham um quartel-general escondido no subterrâneo, onde escondiam as invenções tecnológicas utilizadas na luta contra o crime;
  7. usavam o símbolo da personagem como um efeito de transição entre as cenas.



Elenco:
Lori / Mulher Elétrica – Deidre Hall
Judy / Dyna Girl – Judy Strangis
Professor Frank Heflin Norman Alden (a voz americana do Aquaman em Super Amigos)

Fonte:
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