
Embora as chances de assistir a um longa metragem animado centrado no Quênia atualmente fiquem melhores a cada dia, graças à crescente exposição de animadores locais e artistas digitais que surgem nos dias atuais, quais seriam as chances de encontrar algo assim em pleno anos 1980? Quase zero, certo? Bom, não exatamente. Haruki Kadokawa, um produtor japonês, pegou um mangá de sua infância, nos anos 1950, chamado Shounen Kenya (Menino...